Fertilidade – como um desequilíbrio hormonal pode afetar uma gravidez

Alguns desequilíbrios hormonais podem causar ou contribuir para a infertilidade e abortos espontâneos. Continue a ler para aprender o papel que algumas hormonas podem ter no ciclo da mulher e como o seu reequilíbrio é importante para uma gravidez saudável.


A forma como nos nutrimos, a nossa mente, o nosso corpo e alma, criam a base da nossa saúde e da saúde da nossa família. E como a mulher se prepara para uma gravidez é importante! Uma abordagem de Medicina Funcional na gravidez vai capacitá-la com um conjunto de recomendações e ferramentas para uma saúde ideal, para si e para o seu futuro bebé. Quer seja o que come, como lida com o stress, como se suplementa ou como move o seu corpo, tudo isso vai ter um impacto significativo numa gravidez.


O processo de engravidar e permanecer grávida nem sempre é um caminho fácil. Para alguns, significa tristeza, espera e antecipação.


A maioria das mulheres que têm dificuldade de engravidar, ou tem abortos recorrentes, está na verdade numa faixa de menos a mais fértil, em vez de ser totalmente infértil. A fertilidade é um reflexo direto da saúde global, hormonal e micronutricional.


Uma das primeiras etapas é testar os seus níveis hormonais. Especialmente para desequilíbrios na progesterona, uma hormona vital para preparar o revestimento do útero para a implantação bem sucedida de um embrião.


Muitos desequilíbrios hormonais são devidos a carências micronutricionais ou desreguladores endócrinos. Dar ao corpo um apoio natural pode ajudar a mulher a levá-la a um estado de equilíbrio.


Gravidez: como uma progesterona baixa afeta a sua fertilidade

Como diz o próprio nome, a progesterona (que significa literalmente “pró-gestação”) ajuda a mulher a engravidar e a continuar grávida. Se o seu corpo não está a produzir a quantidade suficiente, então pode sofrer abortos recorrentes ou nem sequer conseguir engravidar. Embora muitos fatores contribuam para a fertilidade de uma mulher, a progesterona é importante, tanto no ciclo menstrual normal da mulher, quanto durante a gravidez. Progesterona baixa pode estar associada a abortos espontâneos repetidos, infertilidade, depressão pós-parto e até mesmo problemas como baixa massa óssea e maior risco cardiovascular.